quarta-feira, 25 de maio de 2011

Histórias para ler aos pais

TORRADO, António
Histórias para ler aos pais / António Torrado ; il. Cristina Malaquias. - Alfragide : Asa, 2010. - 42, [3] p. : il 21 cm
ISBN 978-989-23-0728-2

Literatura--Infantil

CDU 82-93






Conjunto de quatro pequenas histórias até agora inéditas, que Autor desafia as crianças a ler aos pais, invertendo dessa forma os respectivos papéis! Com belíssimas ilustrações de Cristina Malaquias, este é o 16º título daquela que é já uma colecção de referência no panorama da edição infanto-juvenil em Portugal.

Vouzela, património natural

MATOS, João Cosme, 1971-
Vouzela, património natural : fauna e flora da Serra do Caramulo / João Cosme ; textos João Maria Alcoforado, Leonor Alcoforado. - Vouzela : Camâra Municipal,, 2003. - 120, [7] p. : il. 28 cm
ISBN 972-8833-00-8

Fauna / Flora / Fotografia / Vouzela--Caramulo

CDU 591.9(23)(469.31/.32)
CDU 581.9(23)(469.31/.32)
CDU 77


Para se poder fotografar a vida selvagem é necessário ter a calma de um caçador e a alma de um poeta. Ambos esperam que a sua "presa" apareça, se descontraia e se deixe captar.
(...)
João Cosme sabe disso e espera-os [aos bichos], para mais tarde os mostrar a todos nós que não conhecemos como ele os ritmos da natureza.


Paulo Renato Trincão

Uma chuvada na careca

HONRADO, Alexandre
Uma chuvada na careca / Alexandre Honrado ; il. Rogério Taveira. - 6ª ed. - Porto : Ambar, 2006. - 150 p. : il. ; 21 cm. - (Aventura de viver)
ISBN 972-43-0141-9
82-93 (EB23SOF) - 11945











Uma recensão de António Couto Viana:
 
 
In http://www.leitura.gulbenkian.pt/index.php?area=rol&task=view&id=6709

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Todos zangados!

MOOST, Nele

Todos zangados! : e como ficaram amigos outra vez... / Nele Moost ; il. Annet Rudolph. - Lisboa : Minutos de Leitura, cop. 2009. - [26] p. : il. ; 32 cm. - (O pequeno Corvo)

ISBN 978-972-793-093-7





O Pequeno Corvo está zangado! A Ovelha convidou-o para uma festa em sua casa, onde todos os amigos passariam a noite.

Nota: Livro oferecido à Biblioteca pelas alunas Mariana, Ana Carolina e Sofia Figueirinhas, do 6º A, ano lectivo 2009/2010. Utilizado no concurso "Fala, escreve, acerta... ganha!", promovido pela RTP.

Melhorar a prática profissional : um quadro de referência para a docência

DANIELSON, Charlotte, 1942-

Melhorar a prática profissional : um quadro de referência para a docência / Charlotte Danielson ; Editorial do Ministério da Educação. - Lisboa : ME, 2010. - 200 p. 21 cm. - Tit. orig.: Enhancing professional practice - a framework for teaching. - Bibliografia, p. 193-195

ISBN 978-972-767-016-1

Educação / Prática pedagógica / Sala de aula / Planeamento da educação



(...) Aos professores se pede que cumpram uma panóplia de funções que vão do ensino propriamente dito à prevenção da violência e à gestão de conflitos no espaço escolar passando pelo aconselhamento psicopedagógico e vocacional, pela avaliação dos alunos e dos próprios docentes.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Máscaras de Salazar

DACOSTA, Fernando, 1940-

Máscaras de Salazar / Fernando Dacosta. - 14ª ed. - Cruz Quebrada : Casa das Letras, 2007. - 371p. - Versão revista e aumentada. - Bibliografia p.367-368. - Depoimentos inéditos p. 369-371

ISBN 978-972-46-1694-0

Literatura Portuguesa / História de Portugal--Séc. XX



Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português
Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.
Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio».

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A visita de Isabel Mateus

Na passada 6ª feira, dia 29 de Abril, entre as 10h e 30m e as 12h e 30m, em duas diferentes sessões, recebemos na Biblioteca Escolar a autora Isabel Mateus, para a divulgação da sua obra O trigo dos pardais, que retrata o ambiente rural da infância.

As sessões foram particularmente direccionadas para as turmas de 8º ano, e respectivos professores acompanhantes, embora toda a comunidade educativa tenha sido convidada a participar, conhecer e adquirir exemplares da obra da autora.

Todos puderam ainda contemplar uma pequena mostra de brinquedos de antigamente, organizada com a participação dos alunos, e viajar pelas recordações e imaginário da infância.






A terra do chiculate

MATEUS, Isabel Maria Fidalgo, 1969-

A terra do chiculate : relatos da emigração portuguesa / Isabel Maria Fidalgo Mateus. - Coimbra : Gráfica de Coimbra, 2011. - 213 p. : il., 21 m.

ISBN 978-972-603-516-9

Literatura portuguesa / Emigração

CDU 821.134.3-3





A Terra do Chiculate pretende retratar as vicissitudes da emigração portuguesa, maioritariamente clandestina, em França, a partir dos anos 60, e revelar as suas consequências positivas e negativas transportadas até ao presente, quer na pátria, quer no país de acolhimento.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O trigo dos pardais [ebook]

MATEUS, Isabel Maria Fidalgo, 1969-

O trigo dos pardais : contos / Isabel Maria Fidalgo Mateus ; rev. Maria de Assunção Anes Morais.

Literatura portuguesa--Contos

CDU 821.134.3-3


Download

O trigo dos pardais

MATEUS, Isabel Maria Fidalgo, 1969-

O trigo dos pardais : contos / Isabel Maria Fidalgo Mateus ; rev. Maria de Assunção Anes Morais. - Coimbra : Gráfica de Coimbra, 2009. - 218 p. : il., 21 cm

ISBN 978-972-603-485-8

Literatura portuguesa--Contos

CDU 821.134.3-3


No livro O Trigo dos Pardais Isabel Mateus revela-nos, através dos 22 contos, geralmente curtos, que compõem a obra, o mundo da brincadeira de um punhado de crianças e jovens num ambiente de ruralidade (transmontana) afastado da influência directa dos grandes centros urbanos. Aqui, as brincadeiras surgiam ao sabor das estações, em plena natureza, os brinquedos construíam-se com o que a flora oferecia, também ao ritmo de cada época do ano, e os garotos brincavam em interacção e consonância com o meio ambiente. Muitas vezes, o entretenimento advinha em simultâneo com o dever laboral que, desde cedo, era imputado à criança. As cinco mecas, jogo de forte tradição e muito popular entre meninas e meninos, tanto podia ser jogado no adro da escola durante o recreio, como no alto da serra a guardar o rebanho.


A hora má : o veneno da madrugada

MÁRQUEZ, Gabriel García, 1928-

A hora má : o veneno da madrugada / Gabriel garcia Márquez ; trad. Egito Gonçalves. - 4ª ed. - Alfragide : Dom Quixote, 2008. - 187, [3] p. 24 cm. - Tít.orig.: La mala hora

ISBN 978-972-20-3156-1

Literatura estrangeira--Romance




A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante. É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos. Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima. Este romance foi adaptado ao cinema pelo realizador brasileiro Ruy Guerra.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor



O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.







Mensagem aos Leitores, da autoria do Escritor Francisco José Viegas:

O que hoje comemoramos é muito mais do que o Dia do Livro, a sua euforia, a sua utilidade, o seu dia. Hoje, a propósito do Livro – e dos autores – assinalamos o modo como a humanidade resistiu à barbárie, como ela descobriu e fixou a poesia, o tempo, as epopeias, as paisagens, as aldeias recolhidas nas planícies, os pinhais abrigados num declive, a voz humana, o empréstimo do horror e da crueldade, a hora de dizer ‘não’ e a hora de dizer ‘sim’, as portas abertas numa casa vazia.
Assinalamos também, neste dia, o facto de as palavras terem um destino que se prolonga até onde formos capazes de levar algumas ideias tão simples, como a ideia de livro, a ideia de leitura, a de biblioteca, de partilha, de invenção, de página em branco, a de perdição por um romance ou por uma história repetida, repetida, repetida ao longo dos tempos.
Comemoramos este dia – de entre todos os outros – porque sabemos que a vida pode ser mudada por um livro, por um autor; que a nossa vida está perdida e, ao mesmo tempo, reunida nessas páginas de livros que passaram pelas nossas mãos ou aguardam o encontro entre a curiosidade e a pacificação, entre o gosto pela leitura e o gosto pela vida, entre as coisas que fomos e o que ainda havemos de ler.
Que existam, pois, bibliotecas, livros, autores, capítulos e fragmentos, sonetos, odes, histórias, episódios, esquecimentos, caminhos perdidos no meio das florestas ou desfeitos pela luz do mar, contos, novelas e números, fórmulas, apêndices e rostos amados. Que tudo exista. Porque todos nós somos leitores.
Este é o nosso dia, o princípio de todos os dias.
Francisco José Viegas



Mais informação:
Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas
Jornal da associação portuguesa de bibliotecários, arquivistas e documentalistas
World Book and Copyright Day (UNESCO)

Fase distrital do Concurso Nacional de Leitura

Decorreu no dia 8 de Abril, em Moimenta da Beira, a fase distrital do Concurso Nacional de Leitura. Teve a participação das alunas apuradas Cristiana Matos (8ºD), Mafalda Ferraz (9ºB) e Susana Valério (9º E).
Mais informação aqui.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ler + em vários sotaques: França




TEXTO:
de O principezinho, de  Antoine de Saint-Exupéry

Capítulo XVIII

O principezinho atravessou o deserto e encontrou apenas uma flor. Uma flor de três pétalas, uma florzinha à toa...

- Boa dia, disse o príncipe.

- Boa dia, disse a flor.

- Onde estão os homens? perguntou polidamente.

A flor, um dia, vira passar uma caravana:

- Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os há muitos anos. Mas não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam das raízes.

- Adeus, disse o principezinho.

- Adeus, disse a flor

Ler + em vários sotaques: Espanha




TEXTO
 Fala do homem nascido, de António Gedeão
António Gedeão

Chega à boca da cena, e diz:

Venho da terra assombrada,
do ventre da minha mãe;
não pretendo roubar nada
nem fazer mal a ninguém.
Só quero o que me é devido
por me trazerem aqui,
que eu nem sequer fui ouvido
no acto de que nasci.

Trago boca para comer
e olhos para desejar.
Com licença, quero passar,
tenho pressa de viver.
Com licença! Com licença!
Que a vida é água a correr.
Venho do fundo do tempo;
não tenho tempo a perder.

Minha barca aparelhada
solta o pano rumo ao norte;
meu desejo é passaporte
para a fronteira fechada.
Não há ventos que não prestem
nem marés que não convenham,
nem forças que me molestem,
correntes que me detenham.
Quero eu e a Natureza,
que a Natureza sou eu,
e as forças da natureza
nunca ninguém as venceu.

Com licença! Com licença!
Que a barca se faz ao mar.
Não há poder que me vença.
Mesmo morto hei-de passar.
Com licença! Com licença!
Com rumo à estrela polar.


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segunda-feira, 4 de abril de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

Ler + em vários sotaques: Uzebequistão



TEXTO: Navruz – A Festa da Primavera


No meu país – o Uzbequistão - , Navruz é o festival da Primavera celebrado no dia 21 de Março, correspondendo ao equinócio da Primavera, quando o dia e a noite têm a mesma duração.



Trata-se de um festival muito antigo. É feriado nacional no Uzbequistão e em outros países muçulmanos vizinhos.



A palavra navruz significa novo dia: nav-novo e ruz-dia na língua tadjique, uma das línguas faladas no Uzbequistão.



Os muçulmanos do meu país associam esta festa ao Ano Novo, porque no antigo calendário islâmico, o Calendário dos Doze Animais, o novo ano começava em Março.


Neste dia as pessoas não vão trabalhar. As famílias juntam-se e preparam uma refeição especial com sete pratos cujos nomes começam com a letra “s”. Destes pratos o mais importante é o “sumalak” que se faz numa panela muito grande, juntando trigo novo, gordura, água e sete pedras pequeninas. Tudo deve ser mexido durante seis a oito horas sem parar e depois é para partilhar com toda a gente. É uma tradição muito bonita. Durante a noite ninguém dorme: as pessoas dançam, cantam, jogam e ficam felizes se chover.


Mas os familiares que já morreram também são lembrados. As pessoas visitam os cemitérios para recordar os membros da família desaparecidos. Nas aldeias, as actividades do festival incluem também lutas de galos, corridas de cavalos, saltar fogueiras, cantigas, danças populares, contar histórias, leitura de poesia, epopeias e rimas tradicionais.


Como preparativos para as celebrações de Navruz, as pessoas limpam as casas, compram roupa nova e oferecem flores aos amigos e familiares. Navruz é uma grande festa também para as crianças que visitam os vizinhos cantando e citando rimas tradicionais para receber pequenas prendas.


Navruz é uma ocasião para a amizade, a renovação e a alegria. É uma tradição mantida no meu país há séculos, intimamente ligada à sua cultura. Tenho muitas saudades de Navruz!

segunda-feira, 28 de março de 2011

GRANDES AUTORES: José Saramago





Ler e imaginar são duas das três portas principais – a curiosidade é a terceira – por onde se acede ao conhecimento das coisas.
  José Saramago

Semana da Leitura 2011

 

A Leitura é uma necessidade biológica da espécie. Nenhum ecrã e nenhuma tecnologia conseguirão suprimir a necessidade de leitura tradicional.
Umberto Eco

quinta-feira, 24 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Os Maias, de Eça de Queirós

Os Maias (mini-série para televisão) foi uma exibida pela Rede Globo em 2001. Adaptada do romance homónimo de Eça de Queirós, foi escrita por Maria Adelaide Amaral e João Emanuel Carneiro, unindo enredos e elementos de outro romance de Eça, A Relíquia, e dirigida por Luiz Fernando Carvalho.
 
Sequência 1



Sequência 2



Sequência 3

sexta-feira, 11 de março de 2011

Cantos, contos e que +

Memoriamedia

e-Museu do Património Imaterial
http://www.memoriamedia.net/


A  secção:

Cantos, contos e que +
expressões orais, incluindo a língua como vector do património cultural imaterial
inclui vídeos com contadores do concelho de São Pedro Sul:


Mestre Silva (Manhouce)

Luísa de Jesus Campos (Candal):

António Oliveira (Candal):

Escritoras famosas

















Os docentes do Grupo de História e a Biblioteca assinalaram o Dia Internacional da Mulher com a apresentação de curtas biografias e uma selecção bibliográfica da obra de algumas escritoras famosas.

terça-feira, 8 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Maina Mendes

COSTA, Maria Velho da, 1938-

Maina Mendes : romance / Maria Velho da Costa ; pref. Eduardo Lourenço. - 5ª ed. - Lisboa : Dom Quixote,, 2001. - 240 p. [1] p. 21 cm

ISBN 972-20-1075-1

Literatura / Literatura portuguesa--Romance

CDU 821.134.3-31"19"

821.134.3-3 VEL MAI (EB23SOF) - 9447




Se há na moderna literatura portuguesa uma 'obra aberta', é bem esta de Maria Velho da Costa .(...) Nenhum dos nossos livros contemporâneos redistribui com tanto sucesso as experiências mais criadoras da prosa portuguesa, de Fernão Lopes a Guimarães Rosa, paisagens atravessadas e recriadas, a par de outras, com uma originalidade absoluta. Não é a sua visão, nem desorbitada como a de Herberto Helder, nem irrepressível e aleatória como a de Bessa-Luís. Exprime-se com contenção e reserva, em parágrafos tensos para melhor explodir a ira informe mas controlável que a habita como herança sua e da longa linhagem que do castro ibérico até ao interior morto da sala burguesa se metamorfoseou em história e natureza.


Eduardo Lourenço in O Canto do Signo

Iniciativa escola, professores e computadores portáteis : estudos de avaliação

UNIVERSIDADE DE ÉVORA. Centro de Investigação em Educação e Psicologia

Iniciativa escola, professores e computadores portáteis : estudos de avaliação / Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora ; coord. José Luís Ramos. - 1a ed.. - Lisboa : Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular,, 2009. - 167 p. 24 cm. - (Estudos de avaliação)

ISBN 978-972-742-326-2


Estudo de caso / Tecnologia da informação / Ensino informatizado / Avaliação de projecto

CDU 37.01

37.01 INI (EB23SOF) - 12918




Estudo elaborado pelo Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora, a pedido da DGIDC, com o objectivo de avaliar a iniciativa "Escola, professores e computadores portáteis", lançada no início do ano lectivo de 2006-2007, com uma duração prevista de 3 anos.

Versão electrónica: download

terça-feira, 1 de março de 2011

Apresentação: "Literacia da Informação"

Literacia da informacao

Apresentação utilizada na acção de formação nas turmas do 12.º ano, em Área de Projecto, em Janeiro de 2011.

Clube de Leitura: "Palavras para quê?!"

A minha fotografia


Olá, somos o Clube de Leitura da Escola Básica e Secundária de Oliveira de Frades. Se tens artigos interessantes sobre a leitura ou um livro que gostaste partilha-os com o Clube.

Estamos disponíveis em: http://palavrasparake.blogspot.com/

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dia Internacional da Língua Materna



«A diversidade das línguas do mundo está pelo menos tão ameaçada como a das espécies animais e vegetais.»

O Atlas das Línguas - a origem e a evolução das línguas no mundo




Na imensa “aldeia global” que é hoje o nosso planeta, criamos todos os dias palavras novas enquanto, quase ao mesmo ritmo, há línguas moribundas e outras mesmo a extinguir-se. É todo um património linguístico e cultural que se perde e a capacidade de comunicação humana que se reduz.

Na verdade, não sendo o ser humano o único animal possuidor de linguagem, só este é detentor do poder da palavra. Escrita, falada, pensada … a palavra é, por isso, um valor inestimável ou não fosse com/por palavras que se faz algo de que gosto particularmente: livros.

Falo-vos, então, de um que folheio com frequência: “MIS PRIMERAS 80.000 PALABRAS”.

Resulta esta obra (editada em Espanha) de uma ideia simples de génio: pedir a artistas de diferentes países que escolhessem e ilustrassem a sua palavra preferida de qualquer língua. O resultado é surpreendente em diversidade, humor, sensibilidade e originalidade. E, sem espanto, nele encontramos palavras da língua portuguesa.

Segui o mote e pedi aos meus alunos do 10º ano que fizessem o mesmo, indicando a sua palavra favorita a que deviam juntar uma representação gráfica dos pensamentos e sensações que a mesma lhes suscitava, sem deixarem de justificar a escolha. Eis o resultado.

Neste Dia Internacional da Língua Materna, espero que o apreciem tanto como eu, até porque, segundo autor anónimo, citado precisamente no dicionário de que vos falo:

“Só existem as coisas que nomeamos.

O mundo está cheio de palavras.

Se aspiramos a criar um mundo melhor,

Porque não usar as melhores palavras?”



21/02/2011 A Professora: Dulce Martinho

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A cidade depois [ebook]

PAIXÃO, Pedro

A cidade depois: 13 textos escritos em Nova Iorque depois de 11 de Setembro e um poema de Walt Whitman / Pedro Paixão. - Documento electrónico

CDU 821.134.3-4

Literatura -- Literatura portuguesa

Download


A nação onde foi instaurada a mais antiga democracia dos tempos modernos. Os Estados Unidos da América são a continuação da Europa que salvaram do nazismo e do fascismo que a liquidavam. São o ramo mais poderoso do Ocidente que tem por raízes o cristianismo (e o judaísmo donde este nasceu), a Grécia e Roma. Os Estados Unidos da América são um baluarte da nossa civilização que tem conseguido, melhor ou pior, manter viva e produtiva a mais árdua das contradições: a fé e a liberdade. A civilização na qual me reconheço, com um misto indissolúvel de admiração e orgulho, mas também de culpa e pesar pela
violência inerente à História. A civilização que consegue reconhecer a sua fragilidade num mundo que o enigma habita para sempre, aliada a uma inabalável confiança nas possibilidades do humano, porque acredita que o humano em em si uma parte divina. É à manutenção da aliança entre a fé e a liberdade que se deve chamar coragem.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ebooks gratuitos

A Sibila, de Agustina Bessa-Luís

Os Maias, de Eça de Queirós

As Minas de Salomão, de Rider Haggard


Dispersão – 12 poesias por Mário de Sá-Carneiro

História Geral da África
O Processo, de Franz Kafka

Aplicações para ebooks

Adobe Digital Editions


Software da Adobe para leitura de ebooks.
adobe.com


Aldiko – Google Android Reader


Aplicação para Android que permite a leitura de ebooks em formato ePub não protegido.
Aldiko.com


Azardi


Software de leitura de ebooks em formato ePub não protegido.
infogridpacific.com

Book Glutton: The Unbound Reader


Plataforma social de leitura que permite a leitura de  livros em formato ePub sem protecção.
BookGlutton.com

Bookworm Online ePub eBook Reader


Plataforma on-line para leitura de ebooks em formato ePub.
bookworm.oreilly.com


Calibre – eBook Management


Software de leitura e catalogação de ebooks que permite simultaneamente a conversão em formato ePub de livros em diferentes tipos de ficheiros.
calibre-ebook.com


EPUB Reader


o EPUB Reader é um add-on para o navegador Firefox que permite ler ebooks em formato ePub no próprio browser, sem ser necessário instalar qualquer software adicional.
EPUB Reader


FBReader


Software Opensource de leitura de ebooks para sistemas Windows/Linux. Também corre em telemóveis Android.
fbReader.org


ibisReader


Aplicação para PC e smartphone permite ler livros em formato ePub sem protecção.
ibisReader.com


Kindle Reader


Para ler os livros comprados na Amazon, numa aplicação para PC.
http://amzn.to/e3sOxi


Kobo Reader


Disponível para iPad/iPhone/iPod Touch e agora também numa versão para PC, para ler livros em formato ePub.
http://www.kobobooks.com/desktops


Stanza


Disponível para Windows, iPad, iPod touch e iPhone, permite o download e partilha de milhares de livros.



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As viagens de Gulliver

SWIFT, Jonathan, 1667-1745

As viagens de Gulliver / Joanathan Swift ; trad. Maria Francisca Ferreira de Lima. - 3ª ed. - Mem Martins : Europa-América, 2004. - 271, [8] p. 18 cm. - (Livros de bolso : Grandes obras ; 87). - Plano nacional de Leitura: leitura orientada na sala de aula para o 6º ano. - Tít. orig.: Gulliver's travels

ISBN 972-1-02354-X

Literatura--Romance

CDU 821.111(417)-311.3

82-93 SWI VIA (EB23/SOF) - 11471
82-93 SWI VIA (EB23/SOF) - 11527




Jonathan Swift é um dos mestres incontestados da prosa inglesa. Nascido em Dublin, em 1667, fez estudo de Teologia no Trinity College e seguiu carreira eclesiástica no clero da Igreja Reformada. Dotado de grande sagacidade política, socorreu muitas vezes com os seus conselhos o rei Guilherme III.
Veio a morrer, na cidade em que nascera, em 1745. Nas letras, iniciou a sua actividade como poeta escrevendo algumas odes.
Foi, no entanto, como polemista e escritor satírico que o seu nome se imortalizou. Além de outras obras de menor interesse (The Battle of the Books e The Draper’s Letters), deixou-nos The Tale of a Tub, em que, sem ridicularizar a religião, que aliás servia, ataca «a profunda corrupção da religião e do ensino». A sua obra-prima foi, sem dúvida, As Viagens de Gulliver, terrível sátira não só contra a sociedade inglesa do seu tempo mas contra todo o mundo civilizado em geral. A violência e a aspereza da sua crítica são reforçadas por um estilo directo, simples e de notável vivacidade.



Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no programa de português do 6º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de dificuldade I.

A inaudita guerra da avenida Gago Coutinho

CARVALHO, Mário de, 1944-

A inaudita guerra da avenida Gago Coutinho e outras histórias / Mario de Carvalho. - 9ª ed. - Lisboa : Caminho, 2008. - 89, [7] p.; 21 cm. - (O campo da palavra)

ISBN 972-21-0775-5

Literatura Portuguesa--Conto

CDU 821.134.3-34"19"

821.134.3 CAR INA (EB23SOF) - 12852





O grande Homero às vezes dormitava, garante Horácio. Outros poetas dão-se a uma sesta, de vez em quando, com prejuízo da toada e da eloquência do discurso. Mas, infelizmente, não são apenas os poetas que se deixam dormitar. Os deuses também.
Assim aconteceu uma vez a Clio, musa da História que, enfadada da imensa tapeçaria milenária a seu cargo, repleta de cores cinzentas e coberta de desenhos redundantes e monótonos, deixou descair a cabeça loura e adormeceu por instantes, enquanto os dedos por inércia continuavam a trama. Logo se enlearam dois fios e no desenho se empolou um nó, destoante da lisura do tecido. Amalgamaram-se então as datas de 4 de Junho de 1148 e de 29 de Setembro de 1984.
Os automobilistas que nessa manhã de Setembro entravam em Lisboa pela Avenida Gago Coutinho, direitos ao Areeiro, começaram por apanhar um grande susto, e, por instantes, foi, em toda aquela área, um estridente rumor de motores desmultiplicados, travões aplicados a fundo, e uma sarabanda de buzinas ensurdecedora. Tudo isto de mistura com retinir de metais, relinchos de cavalos e imprecações guturais em alta grita.
É que, nessa ocasião mesma, a tropa do almóada Ibn-el-Muftar, composta de berberes, azenegues e árabes em número para cima de dez mil vinha sorrateira pelo valado, quase à beira do esteiro de rio que ali então desembocava, com o propósito de pôr cerco às muralhas de Lixbuna, um ano atrás assediada e tomada por ordas de nazarenos odiosos.




Obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura
8º ano
Grau de dificuldade III
Leitura orientada em sala de aula

À descoberta… na Biblioteca!

Com o intuito de explorar todos os recursos que uma Biblioteca pode oferecer, a turma EFA B2 foi a protagonista de uma espécie de peddy-paper proposto pela professora Sandra Machado, na aula de Linguagem e Comunicação do dia 2 de Fevereiro, terça-feira.



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Como procurar emprego


COMO PROCURAR EMPREGO

Como procurar emprego : guia prático / concep. e elab. Antonieta Ribeiro... [et al.]. - 7ª ed., actualiz. - [Lisboa] : Inst. do Emprego e Formação Profissional,, 2005. - 70, [2] p. : il. 21 cm

ISBN 972-732-902-0

Emprego--Procura--[Manuais]

CDU 331.5(035)

33 ANT COM (EB23SOF) - 12874







Sumário:
  • À procura de emprego
  • Anúncios de emprego
  • Cartas de apresentação e candidatura
  • Candidatura espontânea
  • Currículos
  • Entrevista de emprego

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cine@stas digitais

Cartaz 2010/11

V Edição do Concurso Cineastas Digitais

Caros alunos, professores e escolas. Temos o prazer de anunciar o lançamento da IV edição do concurso Cineastas Digitais, relativa ao ano lectivo de 2010/2011.

Contamos, uma vez mais, com a participação activa e criativa de todos, no seguimento, aliás, daquilo que tem sido a qualidade das centenas de filmes reunidos nas três edições anteriores.

Este ano temos uma novidade, no sentido de corresponder aos anseios e às sugestões das equipas participantes, foi criada uma nova categoria que permite o envio de filmes de maior duração e resolução.


Desse modo as equipas participantes deverão optar por duas categorias.



  • Categoria A - “VídeoCurtas”

Vídeos de curta duração baseadas em situações do quotidiano das escolas com a duração máxima de 3 min e 10 MB.


  • Categoria B: “VídeoNarrativas”

Filmes com temáticas de escolha livre (a título meramente sugestivo, podem ser criados ou recriados vídeos a partir: de situações imaginárias, do conteúdo de uma obra literária, de uma letra ou de uma canção, etc…) com a duração de entre 3 a 6 min e 50MB.


Cria a tua equipa , escolhe um professor orientador, regista o "login", realizem um filme e envia-o para este portal. A data final para submissão de filmes é 30 de Junho de 2011

Grande ©

Homepage

O Grande © está de volta com a 2ª edição, desafiando professores e alunos a serem criadores. Promovido pela Associação para a Gestão da Cópia Privada (AGECOP), com o apoio dos ministérios da Cultura e da Educação, designadamente a DGIDC e a RBE, o Grande C tem como principal objectivo contribuir para a sensibilização e literacia do público mais jovem em relação ao Direito de Autor e Direitos Conexos, através da criação de obras originais.

Para demonstrar que as obras resultam de uma combinação de talento com muito trabalho e que a criatividade tem de ser valorizada e protegida, o Grande © desafia os jovens a verem o outro lado da produção das obras e a experimentarem ser criadores. Através de uma abordagem pedagógica e prática, alunos e professores são convidados a criar as suas próprias obras originais concorrendo a uma ou várias categorias a concurso: música, letra, design de capa, vídeo, escrita criativa, fotografia e media.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A BORBOLETA AZUL





















A borboleta azul [Registo vídeo] / Léa Pool. - Cruz Quebrada : LNK, 2004. - 1 disco óptico (DVD) (93 min.) : Color.; son. - Língua original: Inglês (Dolby Digital 5.1). - Legendado em português. - Tít. orig.: The blue butterfly. - Elenco: William Hurt, Pascal Bussièrs, Marc Donato. - Contém: Selecção por capítulos. - Maiores de 12 anos. - Requisitos do sistema: DVD 5; PAL Zona 2; Formato 2.35:1; Écran 16:9 adaptado p/ todos os tipos

Ficção--Drama

FIAF 733

733 BOR (EB23SOF) - 12172


Baseado em factos verídicos, A BORBOLETA AZUL conta a história de Pete, um rapazinho de dez anos com uma doença terminal e a quem já só restam uns meses de vida. O seu último desejo era capturar a borboleta mais linda da Terra: a mítica e fugidia Mariposa Azul, que só existe nas florestas virgens da América Central e do Sul. Determinada em realizar o sonho do filho, Teresa Carlton, a mãe solteira do garoto, convence muito a custo Alan Osborne, um famoso entomólogo e o herói de Pete, a levá-los à floresta em busca da borboleta. A aventura que empreendem irá revelar-se uma lição ímpar, de coragem e redenção, de poder e de perdão, pondo a nú a fragilidade da vida e a força do amor.