quarta-feira, 8 de junho de 2011
Feira do Livro Antigo e Usado
Decorreu entre os dias 6 e 8 de Junho, na Biblioteca da Escola Sede, a Feira do Livro Antigo e Usado. Para além dos livros com preços mais acessíveis, por terem ultrapassado a fase de lançamento no mercado, foi promovida a venda de livros usados.
Também esteve disponível ao público uma secção de livros raros e antigos provenientes de alfarrabista.
Também esteve disponível ao público uma secção de livros raros e antigos provenientes de alfarrabista.
domingo, 5 de junho de 2011
BIBLIOTECAR: EUROPEANA QUER CRESCER COM PARTICIPAÇÃO DAS PESSOAS
A Europeana, portal europeu de divulgação de informação digital, quintuplicou o número de visitantes nos últimos dois anos. Tem um acervo de 16 mil milhões de objectos digitais online, 67% cento dos em imagens e cerca de 31% em texto.
Conhecida no mundo dos ebooks como a bilioteca digital europeia, o seu trabalho tem um maior alcance, por exemplo, na museologia. Até 2015 pretende ter 30 mil milhões de objectos online.
[via Bibliotecar]
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Histórias para ler aos pais
TORRADO, António
Histórias para ler aos pais / António Torrado ; il. Cristina Malaquias. - Alfragide : Asa, 2010. - 42, [3] p. : il 21 cm
ISBN 978-989-23-0728-2
Literatura--Infantil
CDU 82-93
Conjunto de quatro pequenas histórias até agora inéditas, que Autor desafia as crianças a ler aos pais, invertendo dessa forma os respectivos papéis! Com belíssimas ilustrações de Cristina Malaquias, este é o 16º título daquela que é já uma colecção de referência no panorama da edição infanto-juvenil em Portugal.
Histórias para ler aos pais / António Torrado ; il. Cristina Malaquias. - Alfragide : Asa, 2010. - 42, [3] p. : il 21 cm
ISBN 978-989-23-0728-2
Literatura--Infantil
CDU 82-93
Conjunto de quatro pequenas histórias até agora inéditas, que Autor desafia as crianças a ler aos pais, invertendo dessa forma os respectivos papéis! Com belíssimas ilustrações de Cristina Malaquias, este é o 16º título daquela que é já uma colecção de referência no panorama da edição infanto-juvenil em Portugal.
Vouzela, património natural
MATOS, João Cosme, 1971-
Vouzela, património natural : fauna e flora da Serra do Caramulo / João Cosme ; textos João Maria Alcoforado, Leonor Alcoforado. - Vouzela : Camâra Municipal,, 2003. - 120, [7] p. : il. 28 cm
ISBN 972-8833-00-8
Fauna / Flora / Fotografia / Vouzela--Caramulo
CDU 591.9(23)(469.31/.32)
CDU 581.9(23)(469.31/.32)
CDU 77
Para se poder fotografar a vida selvagem é necessário ter a calma de um caçador e a alma de um poeta. Ambos esperam que a sua "presa" apareça, se descontraia e se deixe captar.
(...)
João Cosme sabe disso e espera-os [aos bichos], para mais tarde os mostrar a todos nós que não conhecemos como ele os ritmos da natureza.
Vouzela, património natural : fauna e flora da Serra do Caramulo / João Cosme ; textos João Maria Alcoforado, Leonor Alcoforado. - Vouzela : Camâra Municipal,, 2003. - 120, [7] p. : il. 28 cm
ISBN 972-8833-00-8
Fauna / Flora / Fotografia / Vouzela--Caramulo
CDU 591.9(23)(469.31/.32)
CDU 581.9(23)(469.31/.32)
CDU 77
Para se poder fotografar a vida selvagem é necessário ter a calma de um caçador e a alma de um poeta. Ambos esperam que a sua "presa" apareça, se descontraia e se deixe captar.
(...)
João Cosme sabe disso e espera-os [aos bichos], para mais tarde os mostrar a todos nós que não conhecemos como ele os ritmos da natureza.
Paulo Renato Trincão
Uma chuvada na careca
HONRADO, Alexandre
Uma chuvada na careca / Alexandre Honrado ; il. Rogério Taveira. - 6ª ed. - Porto : Ambar, 2006. - 150 p. : il. ; 21 cm. - (Aventura de viver)
ISBN 972-43-0141-9
82-93 (EB23SOF) - 11945
Uma recensão de António Couto Viana:
In http://www.leitura.gulbenkian.pt/index.php?area=rol&task=view&id=6709
Uma chuvada na careca / Alexandre Honrado ; il. Rogério Taveira. - 6ª ed. - Porto : Ambar, 2006. - 150 p. : il. ; 21 cm. - (Aventura de viver)
ISBN 972-43-0141-9
82-93 (EB23SOF) - 11945
Uma recensão de António Couto Viana:
In http://www.leitura.gulbenkian.pt/index.php?area=rol&task=view&id=6709
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Todos zangados!
MOOST, Nele
Todos zangados! : e como ficaram amigos outra vez... / Nele Moost ; il. Annet Rudolph. - Lisboa : Minutos de Leitura, cop. 2009. - [26] p. : il. ; 32 cm. - (O pequeno Corvo)
ISBN 978-972-793-093-7
O Pequeno Corvo está zangado! A Ovelha convidou-o para uma festa em sua casa, onde todos os amigos passariam a noite.
Nota: Livro oferecido à Biblioteca pelas alunas Mariana, Ana Carolina e Sofia Figueirinhas, do 6º A, ano lectivo 2009/2010. Utilizado no concurso "Fala, escreve, acerta... ganha!", promovido pela RTP.
Todos zangados! : e como ficaram amigos outra vez... / Nele Moost ; il. Annet Rudolph. - Lisboa : Minutos de Leitura, cop. 2009. - [26] p. : il. ; 32 cm. - (O pequeno Corvo)
ISBN 978-972-793-093-7
O Pequeno Corvo está zangado! A Ovelha convidou-o para uma festa em sua casa, onde todos os amigos passariam a noite.
Nota: Livro oferecido à Biblioteca pelas alunas Mariana, Ana Carolina e Sofia Figueirinhas, do 6º A, ano lectivo 2009/2010. Utilizado no concurso "Fala, escreve, acerta... ganha!", promovido pela RTP.
Melhorar a prática profissional : um quadro de referência para a docência
DANIELSON, Charlotte, 1942-
Melhorar a prática profissional : um quadro de referência para a docência / Charlotte Danielson ; Editorial do Ministério da Educação. - Lisboa : ME, 2010. - 200 p. 21 cm. - Tit. orig.: Enhancing professional practice - a framework for teaching. - Bibliografia, p. 193-195
ISBN 978-972-767-016-1
Educação / Prática pedagógica / Sala de aula / Planeamento da educação
(...) Aos professores se pede que cumpram uma panóplia de funções que vão do ensino propriamente dito à prevenção da violência e à gestão de conflitos no espaço escolar passando pelo aconselhamento psicopedagógico e vocacional, pela avaliação dos alunos e dos próprios docentes.
Melhorar a prática profissional : um quadro de referência para a docência / Charlotte Danielson ; Editorial do Ministério da Educação. - Lisboa : ME, 2010. - 200 p. 21 cm. - Tit. orig.: Enhancing professional practice - a framework for teaching. - Bibliografia, p. 193-195
ISBN 978-972-767-016-1
Educação / Prática pedagógica / Sala de aula / Planeamento da educação
(...) Aos professores se pede que cumpram uma panóplia de funções que vão do ensino propriamente dito à prevenção da violência e à gestão de conflitos no espaço escolar passando pelo aconselhamento psicopedagógico e vocacional, pela avaliação dos alunos e dos próprios docentes.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Máscaras de Salazar
DACOSTA, Fernando, 1940-
Máscaras de Salazar / Fernando Dacosta. - 14ª ed. - Cruz Quebrada : Casa das Letras, 2007. - 371p. - Versão revista e aumentada. - Bibliografia p.367-368. - Depoimentos inéditos p. 369-371
ISBN 978-972-46-1694-0
Literatura Portuguesa / História de Portugal--Séc. XX
Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português
Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.
Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio».
Máscaras de Salazar / Fernando Dacosta. - 14ª ed. - Cruz Quebrada : Casa das Letras, 2007. - 371p. - Versão revista e aumentada. - Bibliografia p.367-368. - Depoimentos inéditos p. 369-371
ISBN 978-972-46-1694-0
Literatura Portuguesa / História de Portugal--Séc. XX
Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português
Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de confidências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memória de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e o nosso futuro.
Através de dezenas de depoimentos inéditos, incluindo os do próprio Salazar e de D. Maria, a governanta-virgem, a revelação de dados até agora completamente desconhecidos:
O ex-presidente do Conselho não caiu de nenhuma cadeira.
Conservou, escondidas, duas cápsulas de cianeto fornecidas por Hitler.
A Pide matou Delgado sem o seu conhecimento.
Foi ele que sugeriu a fuga de Cunhal da prisão de Caxias.
As razões que levaram a Santa Sé a considerá-lo a «encarnação viva do demónio».
segunda-feira, 2 de maio de 2011
A visita de Isabel Mateus
Na passada 6ª feira, dia 29 de Abril, entre as 10h e 30m e as 12h e 30m, em duas diferentes sessões, recebemos na Biblioteca Escolar a autora Isabel Mateus, para a divulgação da sua obra O trigo dos pardais, que retrata o ambiente rural da infância.
As sessões foram particularmente direccionadas para as turmas de 8º ano, e respectivos professores acompanhantes, embora toda a comunidade educativa tenha sido convidada a participar, conhecer e adquirir exemplares da obra da autora.
Todos puderam ainda contemplar uma pequena mostra de brinquedos de antigamente, organizada com a participação dos alunos, e viajar pelas recordações e imaginário da infância.
As sessões foram particularmente direccionadas para as turmas de 8º ano, e respectivos professores acompanhantes, embora toda a comunidade educativa tenha sido convidada a participar, conhecer e adquirir exemplares da obra da autora.
Todos puderam ainda contemplar uma pequena mostra de brinquedos de antigamente, organizada com a participação dos alunos, e viajar pelas recordações e imaginário da infância.
A terra do chiculate
MATEUS, Isabel Maria Fidalgo, 1969-
A terra do chiculate : relatos da emigração portuguesa / Isabel Maria Fidalgo Mateus. - Coimbra : Gráfica de Coimbra, 2011. - 213 p. : il., 21 m.
ISBN 978-972-603-516-9
Literatura portuguesa / Emigração
CDU 821.134.3-3
A Terra do Chiculate pretende retratar as vicissitudes da emigração portuguesa, maioritariamente clandestina, em França, a partir dos anos 60, e revelar as suas consequências positivas e negativas transportadas até ao presente, quer na pátria, quer no país de acolhimento.
A terra do chiculate : relatos da emigração portuguesa / Isabel Maria Fidalgo Mateus. - Coimbra : Gráfica de Coimbra, 2011. - 213 p. : il., 21 m.
ISBN 978-972-603-516-9
Literatura portuguesa / Emigração
CDU 821.134.3-3
A Terra do Chiculate pretende retratar as vicissitudes da emigração portuguesa, maioritariamente clandestina, em França, a partir dos anos 60, e revelar as suas consequências positivas e negativas transportadas até ao presente, quer na pátria, quer no país de acolhimento.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O trigo dos pardais [ebook]
MATEUS, Isabel Maria Fidalgo, 1969-
O trigo dos pardais : contos / Isabel Maria Fidalgo Mateus ; rev. Maria de Assunção Anes Morais.
Literatura portuguesa--Contos
CDU 821.134.3-3
Download
O trigo dos pardais : contos / Isabel Maria Fidalgo Mateus ; rev. Maria de Assunção Anes Morais.
Literatura portuguesa--Contos
CDU 821.134.3-3
Download
O trigo dos pardais
MATEUS, Isabel Maria Fidalgo, 1969-
O trigo dos pardais : contos / Isabel Maria Fidalgo Mateus ; rev. Maria de Assunção Anes Morais. - Coimbra : Gráfica de Coimbra, 2009. - 218 p. : il., 21 cm
ISBN 978-972-603-485-8
Literatura portuguesa--Contos
CDU 821.134.3-3
No livro O Trigo dos Pardais Isabel Mateus revela-nos, através dos 22 contos, geralmente curtos, que compõem a obra, o mundo da brincadeira de um punhado de crianças e jovens num ambiente de ruralidade (transmontana) afastado da influência directa dos grandes centros urbanos. Aqui, as brincadeiras surgiam ao sabor das estações, em plena natureza, os brinquedos construíam-se com o que a flora oferecia, também ao ritmo de cada época do ano, e os garotos brincavam em interacção e consonância com o meio ambiente. Muitas vezes, o entretenimento advinha em simultâneo com o dever laboral que, desde cedo, era imputado à criança. As cinco mecas, jogo de forte tradição e muito popular entre meninas e meninos, tanto podia ser jogado no adro da escola durante o recreio, como no alto da serra a guardar o rebanho.
O trigo dos pardais : contos / Isabel Maria Fidalgo Mateus ; rev. Maria de Assunção Anes Morais. - Coimbra : Gráfica de Coimbra, 2009. - 218 p. : il., 21 cm
ISBN 978-972-603-485-8
Literatura portuguesa--Contos
CDU 821.134.3-3
No livro O Trigo dos Pardais Isabel Mateus revela-nos, através dos 22 contos, geralmente curtos, que compõem a obra, o mundo da brincadeira de um punhado de crianças e jovens num ambiente de ruralidade (transmontana) afastado da influência directa dos grandes centros urbanos. Aqui, as brincadeiras surgiam ao sabor das estações, em plena natureza, os brinquedos construíam-se com o que a flora oferecia, também ao ritmo de cada época do ano, e os garotos brincavam em interacção e consonância com o meio ambiente. Muitas vezes, o entretenimento advinha em simultâneo com o dever laboral que, desde cedo, era imputado à criança. As cinco mecas, jogo de forte tradição e muito popular entre meninas e meninos, tanto podia ser jogado no adro da escola durante o recreio, como no alto da serra a guardar o rebanho.
A hora má : o veneno da madrugada
MÁRQUEZ, Gabriel García, 1928-
A hora má : o veneno da madrugada / Gabriel garcia Márquez ; trad. Egito Gonçalves. - 4ª ed. - Alfragide : Dom Quixote, 2008. - 187, [3] p. 24 cm. - Tít.orig.: La mala hora
ISBN 978-972-20-3156-1
Literatura estrangeira--Romance
A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante. É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos. Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima. Este romance foi adaptado ao cinema pelo realizador brasileiro Ruy Guerra.
A hora má : o veneno da madrugada / Gabriel garcia Márquez ; trad. Egito Gonçalves. - 4ª ed. - Alfragide : Dom Quixote, 2008. - 187, [3] p. 24 cm. - Tít.orig.: La mala hora
ISBN 978-972-20-3156-1
Literatura estrangeira--Romance
A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante. É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos. Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima. Este romance foi adaptado ao cinema pelo realizador brasileiro Ruy Guerra.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.
Mensagem aos Leitores, da autoria do Escritor Francisco José Viegas:
O que hoje comemoramos é muito mais do que o Dia do Livro, a sua euforia, a sua utilidade, o seu dia. Hoje, a propósito do Livro – e dos autores – assinalamos o modo como a humanidade resistiu à barbárie, como ela descobriu e fixou a poesia, o tempo, as epopeias, as paisagens, as aldeias recolhidas nas planícies, os pinhais abrigados num declive, a voz humana, o empréstimo do horror e da crueldade, a hora de dizer ‘não’ e a hora de dizer ‘sim’, as portas abertas numa casa vazia.
Assinalamos também, neste dia, o facto de as palavras terem um destino que se prolonga até onde formos capazes de levar algumas ideias tão simples, como a ideia de livro, a ideia de leitura, a de biblioteca, de partilha, de invenção, de página em branco, a de perdição por um romance ou por uma história repetida, repetida, repetida ao longo dos tempos.
Comemoramos este dia – de entre todos os outros – porque sabemos que a vida pode ser mudada por um livro, por um autor; que a nossa vida está perdida e, ao mesmo tempo, reunida nessas páginas de livros que passaram pelas nossas mãos ou aguardam o encontro entre a curiosidade e a pacificação, entre o gosto pela leitura e o gosto pela vida, entre as coisas que fomos e o que ainda havemos de ler.
Que existam, pois, bibliotecas, livros, autores, capítulos e fragmentos, sonetos, odes, histórias, episódios, esquecimentos, caminhos perdidos no meio das florestas ou desfeitos pela luz do mar, contos, novelas e números, fórmulas, apêndices e rostos amados. Que tudo exista. Porque todos nós somos leitores.
Este é o nosso dia, o princípio de todos os dias.
Francisco José Viegas
Mais informação:
Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas
Jornal da associação portuguesa de bibliotecários, arquivistas e documentalistas
World Book and Copyright Day (UNESCO)
Fase distrital do Concurso Nacional de Leitura
Decorreu no dia 8 de Abril, em Moimenta da Beira, a fase distrital do Concurso Nacional de Leitura. Teve a participação das alunas apuradas Cristiana Matos (8ºD), Mafalda Ferraz (9ºB) e Susana Valério (9º E).
Mais informação aqui.
Mais informação aqui.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Ler + em vários sotaques: França
TEXTO:
de O principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry
Capítulo XVIII
O principezinho atravessou o deserto e encontrou apenas uma flor. Uma flor de três pétalas, uma florzinha à toa...
- Boa dia, disse o príncipe.
- Boa dia, disse a flor.
- Onde estão os homens? perguntou polidamente.
A flor, um dia, vira passar uma caravana:
- Os homens? Eu creio que existem seis ou sete. Vi-os há muitos anos. Mas não se pode nunca saber onde se encontram. O vento os leva. Eles não têm raízes. Eles não gostam das raízes.
- Adeus, disse o principezinho.
- Adeus, disse a flor
Ler + em vários sotaques: Espanha
TEXTO
Fala do homem nascido, de António Gedeão

Chega à boca da cena, e diz:
Venho da terra assombrada,
do ventre da minha mãe;
não pretendo roubar nada
nem fazer mal a ninguém.
Só quero o que me é devido
por me trazerem aqui,
que eu nem sequer fui ouvido
no acto de que nasci.
Trago boca para comer
e olhos para desejar.
Com licença, quero passar,
tenho pressa de viver.
Com licença! Com licença!
Que a vida é água a correr.
Venho do fundo do tempo;
não tenho tempo a perder.
Minha barca aparelhada
solta o pano rumo ao norte;
meu desejo é passaporte
para a fronteira fechada.
Não há ventos que não prestem
nem marés que não convenham,
nem forças que me molestem,
correntes que me detenham.
Quero eu e a Natureza,
que a Natureza sou eu,
e as forças da natureza
nunca ninguém as venceu.
Com licença! Com licença!
Que a barca se faz ao mar.
Não há poder que me vença.
Mesmo morto hei-de passar.
Com licença! Com licença!
Com rumo à estrela polar.
**************************************************
Venho da terra assombrada,
do ventre da minha mãe;
não pretendo roubar nada
nem fazer mal a ninguém.
Só quero o que me é devido
por me trazerem aqui,
que eu nem sequer fui ouvido
no acto de que nasci.
Trago boca para comer
e olhos para desejar.
Com licença, quero passar,
tenho pressa de viver.
Com licença! Com licença!
Que a vida é água a correr.
Venho do fundo do tempo;
não tenho tempo a perder.
Minha barca aparelhada
solta o pano rumo ao norte;
meu desejo é passaporte
para a fronteira fechada.
Não há ventos que não prestem
nem marés que não convenham,
nem forças que me molestem,
correntes que me detenham.
Quero eu e a Natureza,
que a Natureza sou eu,
e as forças da natureza
nunca ninguém as venceu.
Com licença! Com licença!
Que a barca se faz ao mar.
Não há poder que me vença.
Mesmo morto hei-de passar.
Com licença! Com licença!
Com rumo à estrela polar.
**************************************************
segunda-feira, 4 de abril de 2011
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